quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Os Opostos e o Uno

As novas teorias físicas científicas mostram que o nosso universo nada mais é que uma membrana junto com muitas outras compondo infinitos universos paralelos.
No nível quântico, tudo funciona a partir de probabilidades, ou seja, nada realmente existe, tudo tem "vontade" de existir. Nesse ponto não há opostos, ser ou não ser, eis a questão.
Mas quero frisar que no momento em que a matéria começa a existir, a primeira partícula, neste ponto criam-se os opostos. Aí pode-se dizer, mas que teoria mais cartesiana... Errado!
Não é uma dualidade, e sim uma tríade, três variáveis. Um oposto, o outro e a interação entre eles. E isso define nossa realidade como observadores.
O ser humano é um ser extremamente complexo mas ele é baseado em opostos, não sai disso. A forma com que ele enxerga o mundo é assim, seu vocabulário é assim e esta forma de perceber o universo acaba sendo responsável por todos os corolários de sua existência, seja a evolução, a morte, o tempo, a individualidade ou qualquer outra coisa percebida na natureza.
Apesar de sabermos na teoria que a verdade é una, sincrônica e sem opostos, estamos presos nessa forma limitada de entender a realidade. Enquanto seres humanos, não sairemos disso, pois essa é a nossa busca, utilizar opostos para em algum momento na infinidade vencermos esta barreira e sermos o "ser", o nirvana, estarmos realmente juntos de Deus.

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