domingo, 27 de setembro de 2009

Bambam também quer brincar!

Atualmente se apresentando como ator, cantor e empresário, Kléber Bambam, o vencedor do primeira edição do Big Brother decidiu ampliar mais seu horizonte profissional lançando agora sua carreira política. Negocia sua filiação ao PTB, presidido pelo mensaleiro Roberto Jefferson. Abaixo está uma entrevista dada pelo multiprofissional a Veja. Não costumo publicar essas coisas, mas desta vez foi mais forte que eu. Dvirtam-se!

Por quê você decidiu tentar a carreira política?
Tenho amigos vereadores, deputados e senadores. Eles sempre me chamam. Agora, com 31 anos, estou maduro, aprendi bastante em vários segmentos. Este é o momento!

Quais são as bandeiras do PTB?
Ainda não sei... Mas o importante é levantar a bandeira do povo, porque o povo precisa, né?

Quais são as bandeiras do povo?
Várias. A saúde é relacionada com a educação, que é relacionada com o esporte e vice-versa, entendeu? Quando eu me filiar, a equipe vai estudar qual vai ser o foco.

Quem está na sua equipe?
Meus sócios. Sou sócio de uma rede de autoescolas. Além deles, tem o meu cunhado, junto com o sócio dele.

Sabia que político não pode contratar parente?
Eu ainda não contratei. Ele é meu cunhado, pô, falo com ele toda hora.

Você acha que terá muitos votos?
Se todo mundo que votou em mim no Big Brother votar de novo, vai ser bastante, né?

Como você vê a política brasileira?
Tem de dar uma melhorada, mas não é tão grave assim. Só o que não tem solução é a morte.

Os eleitores vão levá-lo a sério?
Isso é relativo. Lula também não era levado a sério e, hoje, é o presidente da república.

Então, você poderia ser presidente?
Taí uma coisa a se pensar. Dizem que depois que você entra na política não quer mais sair. É um mundo bacana.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Ensinamentos do Tao - Duração (32)

Aqui é descrito o princípio do I Ching de que a vida é um "prosseguir". Ao prosseguirmos, mantemos uma atitude neutra; deixamos de "olhar para trás", "olhar para os lados" ou "olhar para mais adiante" e ficamos com a atenção firmemente presa à frente. Nos preocupamos somente com aquilo posto diretamente à frente, preocupados apenas com o que é essencial e correto.
Em geral, esperamos que a mudança seja para melhor ou receamos que seja para pior. Envolvido na espera ou no temor, o ego insinua que devemos fazer algo para ajudar, bloquear ou adaptar o que está ocorrendo.
Se vimos a situação melhorar, devemos considerar as melhoras somente como um dos muitos passos que devem ser dados na direção correto. Não podemos ficar esperançosos ou entusiasmados; prosseguimos como antes. Se vimos a situação piorar, lembramos a nós mesmos que as regressões são invitáveis. Relacionando-nos adequadamente, cada novo escorregão para trás será menor que o último. A direção geral será para melhoria.
Não devemos nos esquecer, no entanto, que as melhorias nos convidam ao envolvimento egoísta. Começamos a ver a situação melhorada como um benefício para nós, com isto provocando a perda da nossa independência interior. Não devemos modificar nosso modo de nos relacionarmos, mas prosseguir o mais firmemente possível.
Duração diz respeito ao nosso desenvolvimento interno, lembrando que devemos nos apegar a nossos princípios durante as fases de desafios. A firmeza requer que não deixemos os males externos nos afetarem, tornando-nos ao final arrogantes. Significa que permanecemos modestos e desprendidos, dando ouvidos ao nosso sentido daquilo que é verdadeiro, essencial e correto.
Se mantivermos em mente a "estrada baixa" ao contrário da "estrada alta", não nos desviaremos do nosso caminho com tanta facilidade. A estrada baixa simboliza servir o bem pela perseverança, paciência e contenção, atuando através dos meios invisíveis da verdade interior. A estrada alta é a da auto-afirmação, do emprego da mão forte do poder e da busca dos interesses próprios, que nos levam a relaxar a indulgência, a agir com descontrole.
A perserverança na atitude correta leva à firmeza e unidade de caráter necessárias para transformar o mal e criar a base para que outros sigam o bem voluntariamente.