Descobri nesses últimos tempos um grande Graal. Uma forma maravilhosa de ver o mundo. Tão incrível que chega a ser assustadora.
Em resumo, trata-se da Lei da Atração. Sim, sim, é o tal Segredo, assunto do livro best-seller que todos estão comentando por aí. Mas acho que Segredo é apenas uma palavra comercial para o que eu prefiro chamar de Mecanismo.
Mesmo assim, não chega a ser uma grande surpresa, afinal, já se sabe da existência da Lei da Atração há muito tempo, em muitas culturas e religiões. Jesus Cristo, por exemplo, tinha total domínio do Mecanismo, andando na água, transformando água em vinho e até mesmo em suas parábolas: "Diga-me com quem andas que eu te direi quem és."
O livro ensina de uma forma bem eficiente como criar, viver a sua vontade, e mais importante, a treinar a perda do medo, causa de todas atitudes inferiores, todas mesmo. Se houver algum exemplo que contrarie isso, por favor, não hesitem em postar. Enfim, o livro ensina a euforia de se viver feliz.
O livro também prega a abundância, em todos os sentidos, principalmente a monetária e do prazer.
Agora vamos mudar um pouco de livro. O Tao da Física, de Fritjof Capra é formidável. Possui uma visão extremamente completa da realidade das possibilidades e dessa forma, do Mecanismo. Um exemplo muito interessante refere-se à criação de matéria em colisões de partículas em alta energia. Esses experimentos são extraordinários, realizados em grandes laboratórios de alta tecnologia.
A partir de um fóton, que não possui massa, é apenas uma ondulação no campo relativístico de Einstein, cria-se como que em um passe de mágica um elétron e sua anti-partícula, o pósitron, de mesma massa e carga oposta. Este exemplo ainda não possui uma resposta convincente para todos os cientistas, mas deixa todo mundo de orelha em pé. Ora, como assim, criou-se do nada? A resposta é sim! O Mecanismo prevê isso, todos somos criadores. Instantaneamente nós somos todas as possibilidades, matéria não existe como indestrutível, ela é energia.
Mesmo assim, não podemos esquecer que o elétron não pôde ser criado sem sua anti-partícula. Existe uma tendência ao equilíbrio, a anulação.
Segundo religiões orientais, o caminho é o do meio. O nirvana, estado perfeito, é a beleza máxima do nada. Com a existência da euforia, inevitavelmente cria-se a anti-euforia, porque precisa haver o equilíbrio de tudo.
A evolução humana não reside na euforia nem no Mecanismo, este é apenas um artifício. Esse conhecimento nos tenderá a serenidade. Assim a humanidade caminhará como o Universo, de forma fácil e simples.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Considerações sobre o Mecanismo
Postado por
Gabriel
às
23:34
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Um comentário:
Sábias palavras meu amigo.
Só gostaria de frizar que quando você está eufórico, além de criar a anti-euforia (em algum lugar) você continua criando euforia também (em algum lugar). Isso nos alivia bastante a preocupação em se sentir eufórico. Se você está eufórico, tem que se preocupar bem menos do que se estivesse deprimido (criando anti-depressão).
Me parece que é assim, não é?
O que te parece?
p.s.: eu queria editar o comentário depois de postado, mas não dá. Tive de apagar o primeiro. =(
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